O caminho do insensato aos seus próprios olhos parece reto, mas o sábio dá ouvidos aos conselhos. Prov. 12:15.
No livro de Provérbios, insensato é antônimo de sábio. Uma pessoa sábia é aquela que vive em comunhão diária com a Pessoa Sabedoria, que é Jesus. De suas horas de meditação na palavra de Deus provém a capacidade de discernir o bem e o mal, e o poder para escolher e praticar o bem. O resultado é uma vida feliz e produtiva.
O insensato é tudo ao contrário. Ele acha que a vida é sua, e que não precisa de ninguém para ser feliz. Ele se fecha nos seus próprios conceitos, tem sua própria escala de valores e seus objetivos de vida muito particulares. As pessoas à sua volta sabem que algo anda mal com ele, porque vive se machucando e magoando os que o rodeiam. Ele não é feliz, por mais que proclame sê-lo. A busca desesperada de seu coração por um pouco de paz o leva constantemente a tomar atitudes prepotentes, soberbas e, por vezes, ridículas. Mas ele não percebe. “Aos seus próprios olhos parece reto”, diz Salomão.
A característica que mais se destaca na vida do insensato está descrita na expressão: “Aos seus próprios olhos.” Ele acha que é dono da verdade. No seu entender, todo mundo está errado. Ele sobe na montanha da suficiência própria e dali contempla os outros como se eles fossem cordeirinhos pastando no vale da ignorância.
Essa atitude machuca o insensato, porque o mundo não é uma “ilha”. Ninguém vive sozinho. Todos precisamos de todos. Não no sentido de “usar” as outras pessoas, mas de ouvi-las. Muitas vezes, podem vir idéias revolucionárias até de uma criança de três anos. Ouvi alguém dizer que todos somos anjos de uma só asa. Precisamos de outra para voar.
Você pode ver o insensato, todos os dias, em todos os lugares: no lar, na empresa, na loja, na rua, na escola. A grande pergunta é: “Sou um deles?” Como saber? Fácil! Antes de sair hoje de casa, pergunte-se: “Já me aconselhei com Deus?” Com Deus, ninguém discute. Diante dEle, não há argumentos que valham. Diante de Sua palavra, você só tem dois caminhos: humilhar-se e aceitar seu conselho ou rejeitá-lo, orgulhosamente.
“O caminho do insensato aos seus próprios olhos parece reto, mas o sábio dá ouvidos aos conselhos.”
Por Alejandro Bullón
terça-feira, 3 de março de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
Pastores ou Lobos?
Pastores e lobos têm algo em comum: ambos se interessam e gostam de ovelhas, e vivem perto delas. Assim, muitas vezes, pastores e lobos nos deixam confusos para saber quem é quem. Isso porque lobos desenvolveram uma astuta técnica de se disfarçar em ovelhas interessadas no cuidado de outras ovelhas. Parecem ovelhas, mas são lobos.No entanto, não é difícil distinguir entre pastores e lobos.
Urge a cada um de nós exercitar o discernimento para descobrir quem é quem. Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.
●Pastores gostam de convívio, lobos gostam de reuniões.
●Pastores vivem à sombra da cruz, lobos vivem à sombra de holofotes.
●Pastores choram pelas suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorar.Pastores têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e dominadores.
●Pastores têm esposas, lobos têm coadjuvantes.
●Pastores têm fraquezas, lobos são poderosos.
●Pastores olham nos olhos, lobos contam cabeças.
●Pastores apaziguam as ovelhas, lobos intrigam as ovelhas.
●Pastores têm senso de humor, lobos se levam a sério.
●Pastores são ensináveis, lobos são donos da verdade.
●Pastores têm amigos, lobos têm admiradores.
●Pastores se extasiam com o mistério, lobos aplicam técnicas religiosas.
●Pastores vivem o que pregam, lobos pregam o que não vivem.
●Pastores vivem de salários, lobos enriquecem.
●Pastores ensinam com a vida, lobos pretendem ensinar com discursos.
●Pastores sabem orar no secreto, lobos só oram em público.
●Pastores vivem para suas ovelhas, lobos se abastecem das ovelhas.
●Pastores são pessoas humanas reais, lobos são personagens religiosos caricatos.
●Pastores vão para o púlpito, lobos vão para o palco.
●Pastores são apascentadores, lobos são marqueteiros.
●Pastores são servos humildes, lobos são chefes orgulhosos.
●Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas, lobos se interessam pelo crescimento das ofertas.
●Pastores apontam para Cristo, lobos apontam para si mesmos e para a instituição.
●Pastores são usados por Deus, lobos usam as ovelhas em nome de Deus.
●Pastores falam da vida cotidiana, lobos discutem o sexo dos anjos.
●Pastores se deixam conhecer, lobos se distanciam e ninguém chega perto.
●Pastores sujam os pés nas estradas, lobos vivem em palácios e templos.
●Pastores alimentam as ovelhas, lobos se alimentam das ovelhas.
●Pastores buscam a discrição, lobos se autopromovem.
●Pastores conhecem, vivem e pregam a graça, lobos vivem sem a lei e pregam a lei.
●Pastores usam as Escrituras como texto, lobos usam as Escrituras como pretexto.
●Pastores se comprometem com o projeto do Reino, lobos têm projetos pessoais.
●Pastores vivem uma fé encarnada, lobos vivem uma fé espiritualizada.
●Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas, lobos perpetuam a infantilização das ovelhas.
●Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas, lobos lidam com técnicas pragmáticas com jargão religioso.
●Pastores confessam seus pecados, lobos expõem o pecado dos outros.
●Pastores pregam o Evangelho, lobos fazem propaganda do Evangelho.
●Pastores são simples e comuns, lobos são vaidosos e especiais.
●Pastores tem dons e talentos, lobos tem cargos e títulos.
●Pastores são transparentes, lobos têm agendas secretas.Pastores dirigem igrejas-comunidades, lobos dirigem igrejas-empresas.
●Pastores pastoreiam as ovelhas, lobos seduzem as ovelhas.
●Pastores trabalham em equipe, lobos são prima-donas.
●Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a Cristo, lobos geram ovelhas dependentes e seguidoras deles.
●Pastores constroem vínculos de interdependência, lobos aprisionam em vínculos de co-dependência.
Os lobos estão entre nós e é oportuno lembrar-nos do aviso de Jesus Cristo: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores”(Mateus 7:15).
Urge a cada um de nós exercitar o discernimento para descobrir quem é quem. Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.
●Pastores gostam de convívio, lobos gostam de reuniões.
●Pastores vivem à sombra da cruz, lobos vivem à sombra de holofotes.
●Pastores choram pelas suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorar.Pastores têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e dominadores.
●Pastores têm esposas, lobos têm coadjuvantes.
●Pastores têm fraquezas, lobos são poderosos.
●Pastores olham nos olhos, lobos contam cabeças.
●Pastores apaziguam as ovelhas, lobos intrigam as ovelhas.
●Pastores têm senso de humor, lobos se levam a sério.
●Pastores são ensináveis, lobos são donos da verdade.
●Pastores têm amigos, lobos têm admiradores.
●Pastores se extasiam com o mistério, lobos aplicam técnicas religiosas.
●Pastores vivem o que pregam, lobos pregam o que não vivem.
●Pastores vivem de salários, lobos enriquecem.
●Pastores ensinam com a vida, lobos pretendem ensinar com discursos.
●Pastores sabem orar no secreto, lobos só oram em público.
●Pastores vivem para suas ovelhas, lobos se abastecem das ovelhas.
●Pastores são pessoas humanas reais, lobos são personagens religiosos caricatos.
●Pastores vão para o púlpito, lobos vão para o palco.
●Pastores são apascentadores, lobos são marqueteiros.
●Pastores são servos humildes, lobos são chefes orgulhosos.
●Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas, lobos se interessam pelo crescimento das ofertas.
●Pastores apontam para Cristo, lobos apontam para si mesmos e para a instituição.
●Pastores são usados por Deus, lobos usam as ovelhas em nome de Deus.
●Pastores falam da vida cotidiana, lobos discutem o sexo dos anjos.
●Pastores se deixam conhecer, lobos se distanciam e ninguém chega perto.
●Pastores sujam os pés nas estradas, lobos vivem em palácios e templos.
●Pastores alimentam as ovelhas, lobos se alimentam das ovelhas.
●Pastores buscam a discrição, lobos se autopromovem.
●Pastores conhecem, vivem e pregam a graça, lobos vivem sem a lei e pregam a lei.
●Pastores usam as Escrituras como texto, lobos usam as Escrituras como pretexto.
●Pastores se comprometem com o projeto do Reino, lobos têm projetos pessoais.
●Pastores vivem uma fé encarnada, lobos vivem uma fé espiritualizada.
●Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas, lobos perpetuam a infantilização das ovelhas.
●Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas, lobos lidam com técnicas pragmáticas com jargão religioso.
●Pastores confessam seus pecados, lobos expõem o pecado dos outros.
●Pastores pregam o Evangelho, lobos fazem propaganda do Evangelho.
●Pastores são simples e comuns, lobos são vaidosos e especiais.
●Pastores tem dons e talentos, lobos tem cargos e títulos.
●Pastores são transparentes, lobos têm agendas secretas.Pastores dirigem igrejas-comunidades, lobos dirigem igrejas-empresas.
●Pastores pastoreiam as ovelhas, lobos seduzem as ovelhas.
●Pastores trabalham em equipe, lobos são prima-donas.
●Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a Cristo, lobos geram ovelhas dependentes e seguidoras deles.
●Pastores constroem vínculos de interdependência, lobos aprisionam em vínculos de co-dependência.
Os lobos estão entre nós e é oportuno lembrar-nos do aviso de Jesus Cristo: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores”(Mateus 7:15).
domingo, 1 de março de 2015
O Trono da Graça
Aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade. Hebreus 4:16
Todos os muitos textos bíblicos sobre graça transmitem alegria, mas nenhum mais do que o texto escolhido de hoje. Aqui encontramos a graça mencionada duas vezes: o trono da graça e graça para ajuda no momento de necessidade. Podemos dizer: “Do centro da graça do Universo a graça vem ao nosso encontro quando mais precisamos.
”O profeta Miqueias exclamou: “Com que eu poderia comparecer diante do Senhor e curvar-me perante o Deus exaltado?” (Mq 6:6).
Essa tem sido a súplica do coração de homens e mulheres espirituais ao longo das eras. Eles se torturam fisicamente, jejuam, recusam-se a dormir. Fazem peregrinações e penitências, seguem, assim como o monge Martinho Lutero, todo curso de ação prescrito pela estrutura da igreja. E, ainda assim, como Lutero, são deixados com um sentimento de vazio e incerteza.
Apenas em e através de Jesus Cristo todas as nossas aspirações religiosas encontram o lar. Apenas ao abrirmos os olhos, pelo Espírito, para a maravilhosa história da Sua vinda à Terra e da Sua morte, que era nossa por direito, encontramos a paz e a segurança que nosso coração tanto almeja.
Agora, por causa dEle, podemos saber que o Céu é um lugar bem-vindo. Pertencemos a esse lugar, assim como cada filho e filha pertence ao lar. A presença de Deus, santa como é, não mais lança temor ao nosso coração. O trono da graça se encontra no centro do Universo.
Por ser o trono da graça, o Senhor, por assim dizer, segura o cetro de entrada. Achegamo-nos a Ele com toda a confiança, não com lisonja servil, mas como uma criança que corre em direção aos braços abertos do amoroso pai.
O trono da graça nos oferece misericórdia e graça para nos ajudar. O pensamento é semelhante a um texto que aparece um pouco antes em Hebreus: “Porque, tendo em vista o que Ele mesmo sofreu quando tentado, Ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados” (Hb 2:18). Nesse contexto, a graça que Ele nos oferece é a graça que supera, a graça ideal para as nossas necessidades, concedida no momento certo.
“De todo vento tempestuoso que se levanta, de toda onda de aflição que se agiganta, há um retiro sereno e gracioso, encontrado junto ao trono do Deus Todo-Poderoso” (Hugh Stowell).
Todos os muitos textos bíblicos sobre graça transmitem alegria, mas nenhum mais do que o texto escolhido de hoje. Aqui encontramos a graça mencionada duas vezes: o trono da graça e graça para ajuda no momento de necessidade. Podemos dizer: “Do centro da graça do Universo a graça vem ao nosso encontro quando mais precisamos.
”O profeta Miqueias exclamou: “Com que eu poderia comparecer diante do Senhor e curvar-me perante o Deus exaltado?” (Mq 6:6).
Essa tem sido a súplica do coração de homens e mulheres espirituais ao longo das eras. Eles se torturam fisicamente, jejuam, recusam-se a dormir. Fazem peregrinações e penitências, seguem, assim como o monge Martinho Lutero, todo curso de ação prescrito pela estrutura da igreja. E, ainda assim, como Lutero, são deixados com um sentimento de vazio e incerteza.
Apenas em e através de Jesus Cristo todas as nossas aspirações religiosas encontram o lar. Apenas ao abrirmos os olhos, pelo Espírito, para a maravilhosa história da Sua vinda à Terra e da Sua morte, que era nossa por direito, encontramos a paz e a segurança que nosso coração tanto almeja.
Agora, por causa dEle, podemos saber que o Céu é um lugar bem-vindo. Pertencemos a esse lugar, assim como cada filho e filha pertence ao lar. A presença de Deus, santa como é, não mais lança temor ao nosso coração. O trono da graça se encontra no centro do Universo.
Por ser o trono da graça, o Senhor, por assim dizer, segura o cetro de entrada. Achegamo-nos a Ele com toda a confiança, não com lisonja servil, mas como uma criança que corre em direção aos braços abertos do amoroso pai.
O trono da graça nos oferece misericórdia e graça para nos ajudar. O pensamento é semelhante a um texto que aparece um pouco antes em Hebreus: “Porque, tendo em vista o que Ele mesmo sofreu quando tentado, Ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados” (Hb 2:18). Nesse contexto, a graça que Ele nos oferece é a graça que supera, a graça ideal para as nossas necessidades, concedida no momento certo.
“De todo vento tempestuoso que se levanta, de toda onda de aflição que se agiganta, há um retiro sereno e gracioso, encontrado junto ao trono do Deus Todo-Poderoso” (Hugh Stowell).
sábado, 28 de fevereiro de 2015
A Sabedoria dos Mokens
Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal. Mateus 6:34
Nas ilhas na área costeira da Birmânia e da Tailândia, vive um povo quase intocado pela civilização moderna. Esse povo se chama moken. Os mokens nascem no mar, vivem no mar e morrem no mar. São nômades, constantemente mudando de ilha para ilha, chegando a viver mais de seis meses ao ano em barcos.Os mokens não sabem quantos anos têm. A visão que possuem do tempo é bem diferente da nossa. A palavra “quando” não existe em sua língua. Eles também não têm a palavra “querer” em seu vocabulário. Eles querem muito pouco; não têm desejo de acumular nada. Quando se é nômade, os bens apenas atrapalham.
A sabedoria antiga não difere tanto do conselho de Jesus a Seus seguidores: “Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir.” Ele disse: “Não é a vida mais importante que a comida, e o corpo mais importante que a roupa?” (Mt 6:25).
Há mais ainda o que aprender com a sabedoria dos mokens. Eles têm intimidade com o mar. Sabem decifrar seu humor e emoções melhor do que qualquer oceanógrafo. Existe entre eles uma lenda transmitida de geração em geração a respeito da Laboon, a “onda que se alimenta de humanos”. Antes de ela aparecer, o mar retrocede.
Em 26 de dezembro de 2004, os mokens viram o mar retroceder – e sabiam o que estava prestes a acontecer. Eles fugiram para lugares altos antes de a primeira onda chegar. Alguns dos mokens estavam com seus barcos no mar no momento em que a água retrocedeu. Sabiam exatamente o que fazer: navegaram imediatamente para águas mais profundas. Assim como os mokens que estavam em terra firme, eles sobreviveram ao ataque do tsunami.
Todos os que estavam à volta dos mokens perderam a vida. Alguns pescadores de lulas não notaram nada incomum. De repente, o mar se levantou, lançando os barcos pelos ares.
Um pescador moken habilidoso na pesca com arpão, Kalathaly, leu os sinais na natureza e saiu advertindo a todos que encontrava. Mas os jovens o chamaram de mentiroso e disseram que estava bêbado. Ele agarrou a filha pela mão e subiu no lugar mais alto que encontrou.
Ouça a Palavra do Senhor: “Quando disserem: ‘Paz e segurança’, a destruição virá sobre eles de repente” (1Ts 5:3).
Extraído de Meditação Diária 3 de outubro de 2012.
Nas ilhas na área costeira da Birmânia e da Tailândia, vive um povo quase intocado pela civilização moderna. Esse povo se chama moken. Os mokens nascem no mar, vivem no mar e morrem no mar. São nômades, constantemente mudando de ilha para ilha, chegando a viver mais de seis meses ao ano em barcos.Os mokens não sabem quantos anos têm. A visão que possuem do tempo é bem diferente da nossa. A palavra “quando” não existe em sua língua. Eles também não têm a palavra “querer” em seu vocabulário. Eles querem muito pouco; não têm desejo de acumular nada. Quando se é nômade, os bens apenas atrapalham.
A sabedoria antiga não difere tanto do conselho de Jesus a Seus seguidores: “Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir.” Ele disse: “Não é a vida mais importante que a comida, e o corpo mais importante que a roupa?” (Mt 6:25).
Há mais ainda o que aprender com a sabedoria dos mokens. Eles têm intimidade com o mar. Sabem decifrar seu humor e emoções melhor do que qualquer oceanógrafo. Existe entre eles uma lenda transmitida de geração em geração a respeito da Laboon, a “onda que se alimenta de humanos”. Antes de ela aparecer, o mar retrocede.
Em 26 de dezembro de 2004, os mokens viram o mar retroceder – e sabiam o que estava prestes a acontecer. Eles fugiram para lugares altos antes de a primeira onda chegar. Alguns dos mokens estavam com seus barcos no mar no momento em que a água retrocedeu. Sabiam exatamente o que fazer: navegaram imediatamente para águas mais profundas. Assim como os mokens que estavam em terra firme, eles sobreviveram ao ataque do tsunami.
Todos os que estavam à volta dos mokens perderam a vida. Alguns pescadores de lulas não notaram nada incomum. De repente, o mar se levantou, lançando os barcos pelos ares.
Um pescador moken habilidoso na pesca com arpão, Kalathaly, leu os sinais na natureza e saiu advertindo a todos que encontrava. Mas os jovens o chamaram de mentiroso e disseram que estava bêbado. Ele agarrou a filha pela mão e subiu no lugar mais alto que encontrou.
Ouça a Palavra do Senhor: “Quando disserem: ‘Paz e segurança’, a destruição virá sobre eles de repente” (1Ts 5:3).
Extraído de Meditação Diária 3 de outubro de 2012.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
O Chamado a Santidade
Disse ainda o Senhor a Moisés: “Diga o seguinte a toda comunidade de Israel: Sejam santos porque Eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo.” Levítico 19:1, 2
No século passado, o teólogo alemão Rudolf Otto, ao refletir sobre as várias manifestações da experiência religiosa, escreveu um pequeno livro que se tornou um clássico – em alemão, Das Heilige; traduzido para o português, O Sagrado.
Otto argumentou (corretamente, penso eu) que a ideia mais básica de religião é o senso do sagrado. Ele cunhou uma expressão em que o som de cada palavra que a compõe evoca o impacto do Sagrado sobre nós: mysterium tremendum et fascinans. Misterioso. Tremendo (poderoso). Mas, ao mesmo tempo, fascinante, que nos atrai.
Em todo lugar e em todas as eras, homens e mulheres elevaram o coração em adoração a um ser superior. Geralmente essa adoração é ignorante e, do ponto de vista do cristianismo, infantil e imperfeita. No entanto, Jesus, a Luz do mundo, brilha no coração dos adoradores e eles O buscam, mesmo de forma imperfeita.
Ao longo da Bíblia, Deus declara Sua santidade e chama Seus seguidores a ser santos. Em Levítico, Ele nos diz três vezes que devemos ser santos porque Ele é santo (Lv 11:44, 45; 19:2; 20:7). O Novo Testamento apresenta o mesmo desafio (1Pe 1:16).
Jamais devemos perder o senso da santidade de Deus. É verdade. Deus quer ser nosso amigo, mas Ele nunca pode ser um amigo a quem nos dirigimos como alguém igual a nós. Esse é um erro que às vezes cometem alguns cristãos que gostam de falar muito sobre a graça. Uma das demonstrações mais tristes que testemunhei foi a de um pregador que, apanhado na loucura moderna pelo divertimento, transformou o momento solene no púlpito em um show de comédia. Um ministro que não sabe fazer distinção entre o sagrado e o profano… Que tragédia!
Aquele que é santo nos chama à santidade: “Sejam santos”, Ele diz. Trata-se de um convite e também de um incentivo. O livro de Hebreus nos diz: “Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14).
Deus está moldando Seu povo, o povo que Ele salvou pela graça, segundo a Sua imagem. Dia após dia e momento após momento, Ele nos molda segundo a Sua semelhança divina, na pureza de coração e de vida que é a Sua própria essência.
Que Aquele que é santo alcance Seu objetivo em nós hoje.
Estraído de Meditação Diária 6 de outubro de 2012.
No século passado, o teólogo alemão Rudolf Otto, ao refletir sobre as várias manifestações da experiência religiosa, escreveu um pequeno livro que se tornou um clássico – em alemão, Das Heilige; traduzido para o português, O Sagrado.
Otto argumentou (corretamente, penso eu) que a ideia mais básica de religião é o senso do sagrado. Ele cunhou uma expressão em que o som de cada palavra que a compõe evoca o impacto do Sagrado sobre nós: mysterium tremendum et fascinans. Misterioso. Tremendo (poderoso). Mas, ao mesmo tempo, fascinante, que nos atrai.
Em todo lugar e em todas as eras, homens e mulheres elevaram o coração em adoração a um ser superior. Geralmente essa adoração é ignorante e, do ponto de vista do cristianismo, infantil e imperfeita. No entanto, Jesus, a Luz do mundo, brilha no coração dos adoradores e eles O buscam, mesmo de forma imperfeita.
Ao longo da Bíblia, Deus declara Sua santidade e chama Seus seguidores a ser santos. Em Levítico, Ele nos diz três vezes que devemos ser santos porque Ele é santo (Lv 11:44, 45; 19:2; 20:7). O Novo Testamento apresenta o mesmo desafio (1Pe 1:16).
Jamais devemos perder o senso da santidade de Deus. É verdade. Deus quer ser nosso amigo, mas Ele nunca pode ser um amigo a quem nos dirigimos como alguém igual a nós. Esse é um erro que às vezes cometem alguns cristãos que gostam de falar muito sobre a graça. Uma das demonstrações mais tristes que testemunhei foi a de um pregador que, apanhado na loucura moderna pelo divertimento, transformou o momento solene no púlpito em um show de comédia. Um ministro que não sabe fazer distinção entre o sagrado e o profano… Que tragédia!
Aquele que é santo nos chama à santidade: “Sejam santos”, Ele diz. Trata-se de um convite e também de um incentivo. O livro de Hebreus nos diz: “Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14).
Deus está moldando Seu povo, o povo que Ele salvou pela graça, segundo a Sua imagem. Dia após dia e momento após momento, Ele nos molda segundo a Sua semelhança divina, na pureza de coração e de vida que é a Sua própria essência.
Que Aquele que é santo alcance Seu objetivo em nós hoje.
Estraído de Meditação Diária 6 de outubro de 2012.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Aprendendo a Orar
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Mateus 6; 9
Tive a oportunidade de participar do projeto 10 Dias de Oração. A cada dia uma leitura inspiradora que me motivou a buscar constantemente pelo poder de Deus. Mensagens de fé e fórmulas infalíveis de crescer em graça e espiritualidade na presença de Deus.
Poder orar por pessoas desconhecidas através da Oração Intercessória nos leva a entrar constantemente na Sala do trono de Deus e diante do seu Altar, privilégio esse dado aos seus anjos. Pela oração podemos estar na presença dEle.
A oração e a fé farão o que nenhum poder da Terra conseguirá realizar. Raramente somos colocados duas vezes nas mesmas circunstâncias sob todos os pontos de vista.Experimentamos continuamente novas cenas e novas provas, onde a experiência passada não pode ser um guia suficiente.Temos que ter a luz perene que vem de Deus. Cristo envia sempre mensagens aos que estão atentos à Sua voz. — A Ciência do Bom Viver, 509.
Deus quer que cada um de nós seja perfeito nEle, a fim de representarmos perante o mundo a perfeição de Seu caráter.Quer que estejamos isentos de pecado, para não desapontarmos o Céu, nem entristecermos o divino Redentor. Não quer Ele que professemos o cristianismo sem prevalecer-nos da graça que nos pode tornar perfeitos, e nada nos falte. — The Bible Echo, 15 de Janeiro de 1892. MCH 11.
Por esse motivo é tão necessário o período em que passamos em oração.
Se você ainda não sabe como orar peça a Deus que lhe ensine. Issi em si já é uma oração.
Tive a oportunidade de participar do projeto 10 Dias de Oração. A cada dia uma leitura inspiradora que me motivou a buscar constantemente pelo poder de Deus. Mensagens de fé e fórmulas infalíveis de crescer em graça e espiritualidade na presença de Deus.
Poder orar por pessoas desconhecidas através da Oração Intercessória nos leva a entrar constantemente na Sala do trono de Deus e diante do seu Altar, privilégio esse dado aos seus anjos. Pela oração podemos estar na presença dEle.
A oração e a fé farão o que nenhum poder da Terra conseguirá realizar. Raramente somos colocados duas vezes nas mesmas circunstâncias sob todos os pontos de vista.Experimentamos continuamente novas cenas e novas provas, onde a experiência passada não pode ser um guia suficiente.Temos que ter a luz perene que vem de Deus. Cristo envia sempre mensagens aos que estão atentos à Sua voz. — A Ciência do Bom Viver, 509.
Deus quer que cada um de nós seja perfeito nEle, a fim de representarmos perante o mundo a perfeição de Seu caráter.Quer que estejamos isentos de pecado, para não desapontarmos o Céu, nem entristecermos o divino Redentor. Não quer Ele que professemos o cristianismo sem prevalecer-nos da graça que nos pode tornar perfeitos, e nada nos falte. — The Bible Echo, 15 de Janeiro de 1892. MCH 11.
Por esse motivo é tão necessário o período em que passamos em oração.
Se você ainda não sabe como orar peça a Deus que lhe ensine. Issi em si já é uma oração.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Diante do Tribunal
Pois todos compareceremos diante do tribunal de Deus. Romanos 14:10
Nunca me esquecerei do dia em que precisei comparecer diante do tribunal do júri contra um homem que me havia atacado, enquanto eu cumpria meu plantão no hospital. O incidente aconteceu em 2006. Contudo, cinco anos transcorreram até que o caso fosse a júri. Meu esposo e eu fomos ao fórum e nos reunimos com o policial que atendeu o meu caso. Ele também era cristão. E me perguntou: ? A senhora quer punir esse homem que a feriu ou quer perdoar-lhe? ? De acordo com minha decisão, eu seria preparada para falar ao juiz. ? Eu não sei ? respondi, finalmente. Lembrei-me da dor física e da agonia mental que sofri devido ao ataque. A depressão me levou a ficar diabética e hipertensa ? condições das quais ainda sofro. A experiência toda passou diante de mim como uma visão. Eu não conseguia tomar uma decisão imediata. Queria castigá-lo, mas também perdoá-lo. Então orei a Deus para que me ajudasse, e me lembrei de nosso Senhor Jesus, dizendo, na cruz: "Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo" (Lucas 23:34). Assim como Deus me perdoou todos os pecados, decidi perdoar aquele homem também.
Mesmo não sendo a pessoa culpada, tremi ao me colocar em pé diante do juiz. Mas respondi a todas as suas perguntas e, antes do encerramento do caso, consegui dizer: Senhor juiz, quero perdoar esse homem.
Voltando para casa, sentei-me e pensei no juízo final, quando todos comparecerão perante o maior e mais poderoso Juiz, Jesus Cristo. Como Lhe responderemos? Qual será o resultado final? Ele nos recompensará ou punirá? E como nos prepararemos para o juízo final? Temos certeza de que nossos pecados foram lavados pelo sangue de Jesus? Como é a nossa vida agora? Damos testemunho aos outros? Os outros veem Jesus em nós? São muitas as perguntas para fazermos a nós mesmas.
Um julgamento terrestre pode depender da riqueza, posição, situação financeira, nome ou fama da pessoa. Podemos escapar do julgamento terrestre, mas não do juízo celestial. Nosso Senhor Jesus não é homem que mude de ideia ou diga uma mentira. Assim, não é tarde demais para mudar nossa atitude. Deus nos concede muitas oportunidades de arrependimento. Preparemo-nos para comparecer perante o trono de nosso Senhor. Por Sua graça, estudemos Sua Palavra com oração e estejamos prontas para a Sua vinda.
Victoria Selvaraj
Extraído de Meditação da Mulher 13/03/2014
Nunca me esquecerei do dia em que precisei comparecer diante do tribunal do júri contra um homem que me havia atacado, enquanto eu cumpria meu plantão no hospital. O incidente aconteceu em 2006. Contudo, cinco anos transcorreram até que o caso fosse a júri. Meu esposo e eu fomos ao fórum e nos reunimos com o policial que atendeu o meu caso. Ele também era cristão. E me perguntou: ? A senhora quer punir esse homem que a feriu ou quer perdoar-lhe? ? De acordo com minha decisão, eu seria preparada para falar ao juiz. ? Eu não sei ? respondi, finalmente. Lembrei-me da dor física e da agonia mental que sofri devido ao ataque. A depressão me levou a ficar diabética e hipertensa ? condições das quais ainda sofro. A experiência toda passou diante de mim como uma visão. Eu não conseguia tomar uma decisão imediata. Queria castigá-lo, mas também perdoá-lo. Então orei a Deus para que me ajudasse, e me lembrei de nosso Senhor Jesus, dizendo, na cruz: "Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo" (Lucas 23:34). Assim como Deus me perdoou todos os pecados, decidi perdoar aquele homem também.
Mesmo não sendo a pessoa culpada, tremi ao me colocar em pé diante do juiz. Mas respondi a todas as suas perguntas e, antes do encerramento do caso, consegui dizer: Senhor juiz, quero perdoar esse homem.
Voltando para casa, sentei-me e pensei no juízo final, quando todos comparecerão perante o maior e mais poderoso Juiz, Jesus Cristo. Como Lhe responderemos? Qual será o resultado final? Ele nos recompensará ou punirá? E como nos prepararemos para o juízo final? Temos certeza de que nossos pecados foram lavados pelo sangue de Jesus? Como é a nossa vida agora? Damos testemunho aos outros? Os outros veem Jesus em nós? São muitas as perguntas para fazermos a nós mesmas.
Um julgamento terrestre pode depender da riqueza, posição, situação financeira, nome ou fama da pessoa. Podemos escapar do julgamento terrestre, mas não do juízo celestial. Nosso Senhor Jesus não é homem que mude de ideia ou diga uma mentira. Assim, não é tarde demais para mudar nossa atitude. Deus nos concede muitas oportunidades de arrependimento. Preparemo-nos para comparecer perante o trono de nosso Senhor. Por Sua graça, estudemos Sua Palavra com oração e estejamos prontas para a Sua vinda.
Victoria Selvaraj
Extraído de Meditação da Mulher 13/03/2014
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