domingo, 26 de janeiro de 2014

O Que Estamos Fazendo Com a Nossa Vida?


"Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão [em outras palavras: Não alimenta a alma, não promove comunhão com o Pão do Céu: Jesus, não satisfaz às necessidades maiores do ser humano: 'Nem só de pão viverá o homem...'], e o vosso suor [trabalho, labuta diária, esforços para "vencer na vida", etc.], naquilo que não satisfaz? Ouvi-me atentamente, comei o que é bom e vos deleitareis com finos manjares" (Isaías 55:2). 

Leio na minha Jornada Espiritual de 40 Dias de hoje: A vida moderna impõe sobre todos a tirania da luta e da correia, como se fôssemos máquinas sem sentimentos e necessidades físicas, emocionais e espirituais. Todos correm desenfreadamente, e no fim se dão conta de que não conseguiram o que mais necessitavam: paz, tranquilidade, descanso, alegria, otimismo e visão altruísta. Em primeiro lugar, a falta de comunhão com Deus gera um desequilíbrio que afeta a pessoa em todos os aspectos da vida. E daí vêm as desilusões, a desesperança e os questionamentos existenciais: Vale a pena essa luta, única e exclusivamente pelo material? Tanto sofrimento por nada? E, como se não bastasse, até o sono foge, porque a mente não consegue se desligar dos problemas e compromissos do dia. A vida sem a presença de Deus é sem objetivo e infeliz. É uma existência vã, em direção ao nada, aqui e na eternidade" (p. 33). 

"A resposta que nos faz sair do labirinto da vida medíocre", adverte Kivitz, "não vem apenas da pergunta 'O que quero alcançar na vida?', mas, também da pergunta: 'Por que estou correndo atrás dessas coisas?' Em outras palavras, não vivemos movidos por metas, objetivos e alvos [ao contrário do que a maioria pensa...], mas, sim, por propósitos. A sobrevivência é o mínimo com que nos contentamos, o sucesso [títulos, carrão, casa bonita, prestígio social, viagens fantásticas, dinheiro no banco, etc.] não nos satisfaz, pois queremos mesmo é o sentido da vida". 

Portanto, permita que Deus redefina para você os conceitos de sucesso, conquistas verdadeiras e perenes e a genuína realização pessoal antes que seja tarde demais: "Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento..." (Eclesiastes 2:11). A pessoa que escreveu estas palavras que você acabou de ler sabia 100% o que estava falando e tinha respaldo e credibilidade para afirmar isso (o que nos falta muitas vezes quando falamos de "fé", "títulos", "sucesso", "conquistas pessoais", etc.), pois foi o homem mais sábio que já existiu: Salomão. 

Como você pode ver, vale a pena refletir neste texto e, mui especialmente, nos seguintes pensamentos: "Eu não posso me dar ao luxo de perder o meu tempo ganhando dinheiro" (Jean Agassiz, 1873). "Não procure ser um homem de sucesso, mas, pelo contrário, procure ser um homem de valor" (Albert Einstein). 
Como diz uma música muito bonita e com alto conteúdo espiritual do Quarteto Athus: "Siga o caminho da Luz" (Da verdadeira Luz, é claro!!! "[...] a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem", João 1:9), não gaste a vida à toa, inutilmente, buscando aquilo que você jamais poderá reter e, assim, perdendo aquilo que, se você se mantiver ligado a Jesus, ninguém poderá lhe roubar: A verdadeira alegria e felicidade nesta vida, a salvação, a paz, vida eterna, o Céu! Um bom dia pra você e um grande abraço!!!

Por Pr. Eliseu Lira 


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Quão Grande é Seu Deus?

E. Theodore Agard

O tamanho de algo é determinado por unidades de medida, e essas variam dependendo do objeto a ser medido. O ouro é medido em onças ou gramas; o carvão em toneladas. O óleo cru é embarcado em termos de barris; a gasolina refinada é vendida em litros ou galões. O tamanho de uma caixa é medido por seu comprimento x altura x largura, em centímetros ou polegadas, mas para atapetar um quarto requerem-se jardas ou metros. Jardas não se prestam para dar a distância entre Nova Iorque e Nairóbi; usamos para isso milhas ou quilômetros. Mas, distâncias interplanetárias requerem anos-luz, sendo um ano-luz igual à distância que a luz percorre num ano à velocidade de 186.000 milhas (300.000km) por segundo.
Mas quão grande é seu Deus? É Ele tão distante, tão infinito que o tempo e o espaço nada Lhe significam? É Ele tão transcendente que podemos reconhecê-Lo como o fundamento da moralidade ou a causa primária do Universo, deixando-o então solitário com Sua grandeza, para continuarmos vivendo como se Sua existência ou mandamentos não nos importassem? Ou está Ele tão próximo, tão imanente e tão envolvido na vida e em seus miríades de movimentos, que vive naquela árvore ou é achado nalguma pedra ou é parte de tudo o que existe — uma espécie de perpétuo ser panteísta — a tal ponto de podermos fazê-Lo como um de nós? São esses pensamentos dignos de ponderação?
Para o salmista, a questão do tamanho de Deus era importante. “Para onde me irei do teu Espírito?”, pergunta ele. “Para onde fugirei da Tua face? Se subir ao céu, Tu aí estás; se fizer no Sheol a minha cama, eis que Tu ali estás também. Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, até ali a Tua mão me guiará e a tua destra me susterá” (Salmo 139:7-10).
Pondere nisso e você terá o conceito de infinito - não da espécie matemática onde o infinito está além de nosso alcance, mas de dinâmica espiritual, na qual Deus pode ser ao mesmo tempo imanente, transcendente e infinito, mas suficientemente amoroso para identificar-Se com os problemas humanos. Daí a admiração e alegria de Davi: Deus está no céu — onipresente, onipotente, onisciente — e todavia interessado a ponto de me suster com a sua destra.
Nessa maravilha e contentamento jaz um dos grandes desafios que um cristão enfrenta com respeito a Deus: a tentação de ver a Deus sob o prisma de nossas limitações e questionar Sua competência e poder. [...]
Se pararmos para refletir, não podemos medir ou compreender Deus do ponto de vista de nossa limitação. Nem podemos apreciar plenamente o papel de Deus na Terra e em sua história, a partir da limitada perspectiva de nossa inteligência. Podemos pensar, sondar, inquirir, discutir — de fato, Deus nos encoraja a fazê-lo — mas vem o ponto quando o vasto abismo entre o finito e o infinito nos confronta. O finito não pode abarcar ou plenamente compreender o infinito; o finito só pode crer. É então que a fé nos acode. E enquanto estudamos e teorizamos, aquele que tem fé em Deus confessará humildemente que nem tudo é claro no presente. “Agora vemos por espelho, em enigma, mas, então, veremos face a face; agora conheço em parte, mas então, conhecerei como também sou conhecido” (I Coríntios 13:12)
Quão grande é seu Deus? Bastante grande para dar sentido à vida, embora não possamos compreender todos os mistérios envolvidos na vida? Ou tão pequeno que a vida se torna uma jornada tortuosa, arremessada daqui para acolá, de hesitação à dúvida, ao desespero? A escolha é sua.

- E. Theodore Agard (Ph.D. pela Universidade de Toronto) trabalhou durante muitos anos como físico de radiação e especialista de rádioterapia no Kettering Medical Center, Dayton, Ohio, EUA.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Um Sonho Especial



Um pouco mais de tempo, um pouco mesmo, e virá Aquele que tem de vir; Ele não vai demorar. Hebreus 10:37


Gosto de pensar que Jesus logo vai voltar. Sinto pena das pessoas que sofrem. Ao visitar um hospital do câncer. Não fazia ideia de que existia o que vi ali. Quanto sofrimento em um único lugar!
Quando Jesus voltar Ele vai acabar com isso. A Bíblia diz que Ele vai enxugar de nossos olhos todas as lágrimas. A morte não vai mais existir.

Cerca de 600 anos antes de Cristo, quando o mundo civilizado era dominado pela Babilônia, o rei Nabucodonosor teve um sonho profético. Ele era um rei ambicioso. Construíra um império monumental e imaginava que duraria para sempre.
Em sua cama, pensava sobre isso, quando Deus aproveitou a ocasião para lhe revelar o futuro da história futura. Então, sonhou com uma estátua cuja cabeça era de ouro, o peito e os braços de prata, os quadris e o ventre de bronze, as pernas de ferro e os pés e os dedos eram uma mistura de ferro e barro. Quando olhava admirado para ela, uma pedra caiu sobre os pés de ferro e barro e destruiu tudo. A pedra então cresceu e encheu toda a Terra.

Daniel recebeu de Deus uma visão e pôde contar ao rei o significado do sonho.
Cada parte representava um império. A cabeça de ouro: a Babilônia; o peito e os braços de prata: a Medo-Pérsia; o bronze da barriga e dos quadris: a Grécia; as pernas de ferro: Roma imperial.
A mistura de ferro e barro dos pés e dos dedos representava os reinos divididos que surgiriam depois de Roma. Ela seria o último reino mundial. Depois dela, os reinos do mundo não se uniriam, como o ferro não se liga ao barro.

Mas a visão não termina aqui. Uma pedra apareceu e destruiu toda a estátua. Essa pedra é Jesus Cristo. Quando vier, destruirá todos os reinos da Terra e estabelecerá um reino que jamais será destruído.
Se você tem dúvidas de que Jesus vai voltar, esse capítulo da Bíblia é mais do que suficiente para fazer com que acredite nisso. Esse é um grande sonho. No reino de Deus não haverá mais doentes. Ninguém vai sofrer.

Viva este dia tentando olhar além das lutas e dificuldades. Em breve a última parte do sonho do rei Nabucodonosor vai se cumprir. Jesus vai voltar.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

As Ultimas Palavras de Moisés


O Deus eterno é o seu refúgio, e para segurá-lo estão os braços 
eternos. Ele expulsará os inimigos da sua presença, dizendo: “Destrua-os!” Deuteronômio 33:27.

Vivemos numa época de grandes incertezas. Todos os noticiários parecem trazer apenas notícias ruins. Países em guerra ou em desordem. Nações sofrendo com o medo de ataques terroristas ou de armas  iológicas. O mundo está chegando ao fim de suas forças. Os líderes enfrentam problemas tão grandes e complexos que desafiam a lógica humana.

Onde podemos encontrar segurança numa época como essa? Somente na Bíblia. Onde podemos encontrar refúgio? Em Cristo Jesus, a Rocha. O Deus eterno, Aquele que está acima do tempo, do espaço e de nosso pequeno planeta imerso em desgraças, promete ser nosso refúgio. Embora tudo mais fracasse, Ele nunca fracassa.

Embora tudo mais seja transitório, Ele nunca muda. Em Deus e unicamente nEle podemos encontrar refúgio certo em tempos incertos. Ele resenc mais: “Para segurá-lo estão os braços eternos.” Assim como colocamos nossos braços sob os braços de nossos filhos para resen de apoio ao darem os primeiros passos, Deus coloca Seus braços sob os nossos, mantendo-nos seguros e protegendo-nos do mal.

Deus quer nos sustentar a cada instante. Em meio ao medo e à dúvida, quando vemos a vida desmoronar sobre nós, Ele deseja conceder-nos a verdadeira calma, um profundo senso de paz em Sua resence. Essa calma abre as portas de nosso coração para recebermos Sua rese, amor e força. A promessa não para por aqui. Ainda há uma resence promessa apresentada no texto maravilhoso de hoje que nos assegura: “Ele expulsará os inimigos da sua presença, dizendo: ‘Destrua-os”!

Não importa quem seja o inimigo – seja o medo, a preocupação, a ansiedade, a descrença, a crítica – Deus pode e cuidará disso se O buscarmos. Deus é o nosso refúgio! Deus é o nosso sustentador! Deus é a nossa vitória! Que linda esperança! Essas foram as últimas palavras de Moisés. Ele não podia ter dito coisa melhor!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Os Espelhos de Deus


G.R. Tweed olhou pelas águas de Pacífico para o navio americano no horizonte. Limpando o suor de selva dos seus olhos, o jovem oficial naval engoliu profundamente e tomou sua decisão. Esta poderia ser a única chance dele para fugir.

Tweed estava se escondendo na ilha de Guam durante três anos. Quando o exército japonês ocupou a ilha em 1941, ele se escondeu no denso matagal tropical. Sobreviver não havia sido fácil, mas ele preferiu o pântano a um campo de prisioneiros de guerra.

Tarde naquele dia, 10 de julho de 1944, ele percebeu o navio aliado. Ele correu para cima de uma colina e se posicionou em um precipício. De dentro da sua mochila, ele tirou um espelho de mão. Às 18:20 ele começou a enviar sinais em código Morse. Segurando a extremidade do espelho nos dedos, ele o inclinou de um lado para outro, refletindo os raios do sol em direção ao barco. Três sinais curtos. Três longos. Três curtos novamente. Ponto-ponto-ponto. Traço-traço- traço. Ponto-ponto-ponto. S-O-S.

O sinal chamou a atenção de um marinheiro a bordo do USS McCall. Uma equipe de resgate embarcou num bote motorizado e passou despercebido na angra além do alcance das armas do litoral. Tweed foi salvo.

Ele estava feliz por ter aquele espelho; feliz porque soube usá-lo, e feliz porque o espelho cooperou. Suponha que não tivesse. (Prepare-se para um pensamento absurdo.) Suponha que o espelho tivesse resistido, empurrado sua própria agenda? Em lugar de refletir uma mensagem do sol, imagine se tivesse optado por enviar algo próprio? Afinal de contas, três anos de isolamento deixariam qualquer um faminto por atenção. Em lugar de enviar um S-O-S, o espelho poderia ter enviado um O-P-M "Olhe para mim."

Os espelhos de Deus.
Nós somos os espelhos dele, sabe: ferramentas da heliografia celestial. Reduza a descrição de trabalho humano numa frase e é isto: refletir a glória de Deus. É como Paulo escreveu: “Portanto, todos nós temos o rosto descoberto e refletimos como um espelho a glória do Senhor. Nós somos transformados na sua própria imagem com uma glória cada vez maior. E esta é a obra do Senhor, que é o Espírito. (2 Cor 3:18 VFL)

Um leitor acabou de levantar uma sobrancelha. Espere um momento, você está pensando. Eu li aquela passagem antes, mais de uma vez. E soou diferente.Realmente, pode ter acontecido. Talvez seja porque você está acostumado a ler em uma outra tradução. “E todos nós, com o rosto desvendado,contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.” (ARA, ênfase minha).

Uma tradução diz, “contemplando, como por espelho”, outra diz, “refletimos como um espelho”. Uma implica contemplação; a outra refração. Qual é certa?

De fato ambas. O verbo katoptrizo pode ser traduzido das duas maneiras. Há tradutores que tomam ambos os lados:
“refletindo, como um espelho” (ARC)
“contemplamos a glória do Senhor” (NVI com nota de rodapé indicando que pode ser também “refletimos”)
“contemplamos como num espelho a glória do Senhor” (Bíblia de Jerusalém, com nota semelhante à NVI)
“refletimos a glória que vem do Senhor” (NTLH)


Mas qual significado Paulo tinha em mente? No contexto da passagem, Paulo compara a experiência Cristã à experiência de Moisés no monte Sinai. Depois que o patriarca contemplou a glória de Deus, a face dele refletiu a glória de Deus. “os israelitas não podiam fixar os olhos na face de Moisés, por causa do resplendor do seu rosto” (v. 7 NVI).

A face de Moisés estava tão deslumbrante que “o povo de Israel não podia nem mais olhar para ele do que para o sol” (v. 7 Tradução em inglês A Mensagem).

Ao ver Deus, Moisés não podia fazer outra coisa senão refletir Deus. O brilho que ele viu foi o brilho no qual ele se tornou. Vendo levou a sendo. Sendo levou a refletindo. Talvez a resposta para a pergunta de tradução, então, é "sim."

Paulo quer dizer “vendo como em um espelho”? Sim. Paulo quer dizer “refletindo como um espelho”? Sim.

Será que o Espírito Santo intencionalmente selecionou um verbo que nos lembraria a fazer ambos? Contemplar Deus tão atentamente que nós não conseguimos fazer outra coisa senão refleti-lo?

O que significa ver seu rosto em um espelho? Um relance rápido? Um olhar casual? Não. Ver é estudar, fitar, contemplar. Ver a glória de Deus, então, não é nenhum olhar lateral ou relance ocasional; este ver é ponderar seriamente.

Não é isso que nós fizemos? Nós acampamos aos pés do monte Sinai e vimos a glória de Deus. Sabedoria inescrutável. Pureza sem mancha. Anos sem fim. Força destemida. Amor imensurável. Vislumbres da glória de Deus.

Enquanto vemos a glória dele, podemos ter a ousadia de orar que nós, como Moisés, possamos refleti-lo? Podemos ousar sonhar em ser espelhos nas mãos de Deus, o reflexo da luz de Deus? Esta é o chamado.

“Fazei tudo para a glória de Deus.” (1 Cor. 10:31).
Tudo? Tudo.

Deixe sua mensagem refletir a glória dele. “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus.” (Mt. 5:16 NVI).

Deixe sua salvação refletir a glória de Deus. Tendo “nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa” (Efé. 1:13,14 ARA).

Deixe seu corpo refletir a glória de Deus. “Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” (1 Cor. 6:20 ARA).

Suas lutas. “Tudo isso é para o bem de vocês, para que a graça, que está alcançando um número cada vez maior de pessoas, faça que transbordem as ações de graças para a glória de Deus.” (2 Cor. 4:15 NVI, veja também João 11:4).

Seu sucesso honra Deus. “Honra ao SENHOR com os teus bens” (Prov. 3:9 ARA). “Riquezas e glória vêm de ti” (1 Crô. 29:12). “É ele o que te dá força para adquirires riquezas” (Deut. 8:18).

Sua mensagem, sua salvação, seu corpo, suas lutas, seu sucesso – todos proclamam a glória de Deus.

“E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.” (Col. 3:17 ARA)

Ele é a fonte; nós somos o vaso. Ele é a luz; nós somos os espelhos. Ele envia a mensagem; nós a refletimos. Nós descansamos na mochila dele esperando o chamado dele. E quando colocados nas mãos dele nós fazemos o trabalho dele. Não é sobre nós, é tudo sobre ele.

Ao Sr Tweed usar um espelho, houve um salvamento.
Que haja milhões a mais quando Deus nos usar.

sábado, 14 de setembro de 2013

Integridade — Virtude cristã



Por Ellen White

Terás peso integral e justo, efa integral e justo; para que se prolonguem os teus dias na terra que te dá o Senhor, teu Deus. Deuteronômio 25:15


Em todos os aspectos da vida, os cristãos devem seguir os princípios de estrita integridade. Estes não são os princípios que governam o mundo, pois lá Satanás é senhor, e seus princípios de engano e opressão imperam. Os cristãos, porém, servem a outro Senhor, e seus atos devem ser efetuados em Deus. É preciso pôr de lado todo desejo egoísta de lucro.
Para alguns, o desvio da perfeita lealdade nos negócios poderá parecer de pouca importância, mas nosso Salvador não o considera assim: Suas palavras nessa questão são claras e explícitas: “Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito.”Lucas 16:10. O homem que comete fraudes em coisas pequenas, também as cometerá em coisas grandes se lhe sobrevier tentação.
Os seguidores de Cristo são obrigados a estar mais ou menos ligados com o mundo em assuntos comerciais. Em Sua oração por eles, o Salvador diz: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal.” João 17:15. Os cristãos devem comprar e vender tendo em mente que os olhos de Deus os estão observando. Eles jamais devem usar balanças falsas e pesos enganosos. 
Em cada ato da vida o verdadeiro cristão é exatamente o que deseja que os circunstantes pensem ser ele. É guiado pela verdade e retidão. Não faz intrigas; conseqüentemente, nada tem a ocultar. Ele pode ser criticado e provado; mas em meio a tudo, sua inflexível integridade brilha como ouro puro. É um amigo e benfeitor de todos os que a ele se acham ligados; e seus companheiros depositam confiança nele, pois ele é confiável.
Emprega ele operários para trabalhar na sua seara? Ele não retém seu salário arduamente ganho. Dispõe de recursos para os quais não tem uso imediato? Ele alivia as necessidades de seu irmão menos afortunado. Ele não procura ampliar suas posses aproveitando-se de circunstâncias adversas de seu próximo. Aceita unicamente o preço justo por aquilo que vende. Se há defeitos nos artigos vendidos, ele o diz com franqueza ao comprador, embora em assim fazendo ele pareça trabalhar contra os seus próprios interesses.
Um homem poderá não ter uma aparência agradável; mas se possuir a reputação de ser íntegro, honesto em todo o seu trato, ele será respeitado. ... O homem que adere com firmeza à verdade conquista a confiança de todos. Não somente os cristãos nele confiam; os mundanos também são obrigados a reconhecer o valor do seu caráter

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

A Ciência descobrindo Deus: O Biorritmo e o sétimo dia


A ciência está ampliando o conhecimento sobre biorritmos. Sabe-se que para várias funções orgânicas existe o que cientistas chamam de “Ritmo do Sétimo Dia”. Algo ocorre em nosso corpo em certas circunstâncias no sétimo dia do evento, seja uma cirurgia, transplante ou liberação de hormônios. 



Dr. Halberg do Laboratório de Cronobiologia da Universidade de Minessota, nos Estados Unidos, é um líder na pesquisa de biorritmo naquele país. Em colaboração com outros cientistas de várias nações ele documentou o Ritmo do Sétimo-Dia no ser humano. ¹

Monitoraram os batimentos cardíacos de um homem durantes vários meses enquanto ele permanecia em um ambiente totalmente isolado com todas as condições controladas e nada do mundo exterior poderia interferir com seus ritmos internos corporais. Quando os dados foram analisados, seu coração mostrou claramente um Ritmo do Sétimo Dia. ²

Usando-se poderosos métodos de computadores, um grupo de cientistas analisou cuidadosamente modelos de produção de hormônios esteroides coletados da urina de um homem saudável durante um período de 15 anos. Os resultados das análises hormonais mostraram que a excreção desses hormônios também ocorria num Ritmo do Sétimo Dia. 3

Outro grupo de pesquisadores estudou mais do que 70 homens jovens que tiveram um ou mais dentes molares extraídos. Cada dia após a cirurgia, suas faces e maxilares foram medidos cuidadosamente. É de se supor que o edema (inchação) na face diminuiria nos próximos dias após a cirurgia para a extração dos dentes. Mas isso não ocorreu. Verificou-se a presença de um Ritmo do Sétimo Dia quanto à inchação local. 4

Observou-se também que em várias cirurgias de transplante de rim ocorre este ritmo de sete dias, já que se verificou que a rejeição ocorria após sete dias da operação. 5

Esse tipo de biorritmo é chamado de “circaseptano”, também encontrado em macacos, cachorros, ratos e outros organismos. Isso parece revelar que o Ritmo do Sétimo Dia é um mecanismo normal existente na fisiologia de organismos vivos.

Alguns cronobiologistas creem que esse tipo de biorritmo – o do sétimo dia – pode revelar que os organismos precisam de uma certa pausa como um estímulo para seguirem vivendo.

Durante a Revolução Francesa (1789-1799), cientistas seculares tentaram revolucionar a semana de sete dias, instituindo uma semana de dez dias. Foi um caos. O matemático e senador La Place teve um papel importante em restaurar o modelo anterior dos sete dias na semana.

Na Bíblia, em Gênesis capítulo 2, versículos 1 a 3, está escrito: “Assim os céus, a
terra e todo o seu exército foram acabados. E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.”

E Moisés, pioneiro em medicina preventiva e melhoras sociais, escreveu: “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou” (Êxodo 20:8-11). Aliás, este é o quarto mandamento da Lei de Deus. O único que descreve quem é o Deus dos outros nove mandamentos.

Que paralelo fantástico entre as Escrituras Sagradas e a moderna ciência! Sabemos hoje que um dos componentes para redução do estresse é o descanso semanal, a ênfase na importância da dimensão espiritual do ser humano e as práticas naturais de saúde. Jesus foi totalmente científico quando disse: “O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Marcos 2:27). Ele falava desse biorritmo há 2 mil anos, e do amor de Deus em preparar um dia de descanso, de reflexão, de serviço espiritual especial e de culto ao Criador dos céus e da Terra.

- Bernell Baldwin
 Ph.D., professor de neuro-fisiologia e fisiologia aplicada no Wildwood Lifestyle Center and Hospital, pesquisador e articulista do The Journal of Health and Healing.




Referências:
1 Halberg F., and E. Halberg. Conceptualization and Validation of a Circaseptenary Clinospectral System. Abstracts, Second International Conference on Immunopharmacology, Sheraton Park, Washington, D.C., July 5-10, 1982, 340-341.

2 McCluskey, E.S. Light-Dark Cycle Entrainment of Circadian Rhythms in Man. The Biologist 65:17-23, 1983.

3 Halberg, F., M. Engeli, C. Hamburger, et al. Spectral Resolution of Low-Frequency, Small-Amplitude Rhythms in Excreted 17-Ketosteroids; Probably Androgen-inducced Circaseptan Desynchronization. Acta Endocrinológica. Suppl. 103:5-53, 1965.

4 Pollman, L. and G. Hildebrandt. Long-Term Control of Swelling After Maxillo-Facial Surgery: A Study of Circaseptan Reactive Periodicity. Inter. J. Chronobiology, 8:105-114, 1982.


5 De Vecchi, A., F.Halberg, R.B. Sothern, et al. Circaseptan Rhythmic Aspects of Rejection in Treated Patients with Kidney Transplants. Inter. J. Chronobiology, 5:432, 1978.